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Informativo MBL
18/5/2007 -
Gerenciamento sistemático da frota da MBL resulta em melhor desempenho
Gerenciamento sistemático da frota da MBL resulta em melhor desempenho Quando Allyson Chrispim assumiu a gerência de manutenção do grupo MBL – Materiais Básicos Ltda., em março de 2006, precisou introduzir uma nova cultura na área de manutenção da empresa: o gerenciamento sistemático de manutenção preditiva associada à preventiva. Para a linha Caterpillar, a empresa já utilizava o Programa de Manutenção Preventiva (PMP) da Sotreq-Contagem – que inspeciona periodicamente as máquinas, substitui filtros e óleos e analisa fluidos em laboratórios. Mas, para os veículos de transporte, o gerente pesquisou soluções para diminuir os custos causados pela manutenção corretiva, o que era freqüente, e uma das soluções foi o de adotar o serviço SOS (Análise Programada de Fluidos) da Sotreq, que permite o monitoramento periódico de componentes, por meio do estado dos líquidos lubrificantes e arrefecedor. “Logo na primeira análise feita pelo laboratório da Sotreq foram encontradas limalhas que indicavam estado crítico de um dos componentes de um caminhão. Após outras análises para se observar a tendência das amostras, que se repetiram como críticas, optamos por abrir o componente. Depois de aberto foi constatada a necessidade da inter-venção”, lembra o gerente. Essa análise foi feita em julho de 2006 e, de lá para cá, a MBL já percebe redução de custos com manutenção corretiva e maior disponibilidade da frota. “Sem as análises, não podíamos prever problemas e adiantar soluções. Hoje, monitoramos o desgaste de todos os equipamentos e veículos da empresa com o SOS”, completa. De acordo com Allyson Chrispim, a manutenção preventiva da MBL segue um programa que prevê check-list para controle de desgaste de componentes, de pneus e de troca de óleo de todas as máquinas e veículos, para melhor gerenciamento de custos e disponibilidade de equipamentos. “O SOS é uma das nossas principais ‘ferramentas’ de administração do programa”, enfatiza. A matriz da empresa está localizada em Divinópolis (MG), onde extrai 40 mil toneladas de gnaisse por mês. A MBL também possui uma unidade de exploração de minério de ferro localizada em Itatiaiuçu (MG), a 75 quilômetros de Belo Horizonte, com produção mensal de 40 mil toneladas, e uma unidade em Nova Serrana (MG), também para extração de gnaisse (20 mil toneladas por mês). A pedreira de Nova Serrana, denominada Nova Brita, foi a última unidade adquirida pela empresa. A mineradora conta com 160 colaboradores diretos. Treinamento da Equipe – Para garantir o sucesso do SOS em toda a frota do grupo, sendo 31 ônibus e caminhões, divididos entre Scania, Mercedes-Benz e Randon; 20 máquinas Caterpillar, divididas entre carregadeiras 950G e 962G e escavadeiras 320CL, 330CL e 322CL, três lubrificadores da MBL foram treinados para coletar os fluidos de forma correta. Além do treinamento, eles visitaram a filial da Sotreq em Contagem (MG) para ter completa noção do encaminhamento do material coletado. José Claudemir dos Santos, o Neném, foi um dos lubrificadores treinados. “A limpeza é fundamental para a certeza dos resultados. Os técnicos da Sotreq também nos ensinaram a destinar corretamente os materiais descartáveis, para não agredir o meio ambiente”, conta. “Depois da coleta do material e da análise dos fluidos pelo laboratório, os resultados são enviados para o cliente por e-mail. O arquivo é importado para o SOS View, software disponibilizado gratuitamente pela Sotreq, que traz informações detalhadas de cada equipamento e componente analisado para controle dos resultados da análise”, explica o representante de suporte ao produto da Sotreq, Alisson Alcântara. “Esse programa nos ajuda a filtrar as análises que porventura se encontrem fora do normal”, diz Allyson Chrispim. Os resultados anormais, depois de analisados pelo gerente de manutenção, são encaminhados ao programador de manutenção, David Edson da Silva, que intervém de acordo com o problema diagnosticado. “Como as análises são por tendência, podemos repetir o processo para ter certeza do resultado, substituir o óleo ou, em casos extremos, abrir ou remover o componente”, diz o técnico.
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