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| Informativo MBL

14/2/2008 - Grupo MBL reduz custos de manutenção com o SOS
Ao utilizar o serviço SOS (Análise Programada de Fluidos) da Sotreq-Contagem, o grupo Materiais Básicos Ltda. (MBL) reduziu, este ano, aproximadamente entre 30% e 40% dos seus custos de manutenção corretiva de equipamentos. A empresa,que há um ano e meio decidiu introduzir o serviço de análise periódica de lubrificantes e do líquido arrefecedor também nos caminhões e outros equipamentos de sua frota, já vem conquistando resultados com a antecipação de falhas e a realização de manutenção preventiva, diminuindo custos e aumentando a disponibilidade dos equipamentos para produção.“Quando assumi a gerência de manutenção,a MBL já utilizava o PMP (Programa de Manutenção Preventiva) da Sotreq nos equipamentos Caterpillar, que inclui análises dos óleos lubrificantes, diferente dos caminhões e outros equipamentos da empresa, que não possuíam um controle de análise de fluidos por tendência. Sugeri utilizarmos esse serviço na monitoração dos componentes dos outros equipamentos não-CAT e hoje já fazemos análises de fluidos dos equipamentos de todas as unidades do grupo”, conta Allyson Chrispim, gerente de manutenção da MBL.Desde então, o setor de manutenção da companhia tem procurado se antecipar a possíveis falhas nos componentes dos equipamentos, caminhões e máquinas CAT, falhas na maioria das vezes pequenas com grande potencial para se tornarem catastróficas.“Uma falha catastrófica pode causar destruição de grandes componentes com um custo mais elevado para reforma e aquisição”, explica Allyson Alcântara, consultor de vendas da Sotreq-Contagem. Uma das falhas constatadas ultimamente foi no eixo traseiro de uma carregadeira 950GII CAT. Nos resultados das análises realizadas com o fluido desse componente, foi identificado aumento de limalhas e constatada baixa viscosidade do óleo, indicando o procedimento de troca de óleo e inspeção imediata. Depois de analisar os resultados, o gerente de manutenção decidiu por abrir o eixo da máquina e achou parafusos quebrados dentro da caixa de satélite do eixo. “Se não tivéssemos o programa SOS, o equipamento continuaria operando e poderia quebrar a caixa de satélite bem como as outras peças do eixo, que teria um custo bem mais elevado de peças e uma parada inesperada (corretiva) para a manutenção. Tivemos que substituir apenas peças com um custo relativamente baixo se comparado ao que teríamos que trocar se não tivéssemos parado na hora certa”, afirma Allyson Chrispim. Veja matéria completa no site www.revistaelo.com.br

 

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